frio.

As palavras se encolheram no cantinho do cérebro. É o frio. Elas querem sossego de mim. Querem ficar livres, saltitando pra esquentar; gargalhando da minha busca insana pela coerência. Fogem num sussurro. Escapam pelos olhos. Não querem estar na ponta dos dedos, pois o dia está gelado demais. Algumas escondem-se na ponta da língua, mas se recusam a largar o abrigo. Outras escorregaram pros cantos mais quentes e montaram acampamento. Não posso fazer nada. Às vezes eu preciso deixá-las em paz, mesmo que meu peito palpite de vontade. OK, meninas, hoje a vitória é de vocês.

4 Rompendo o asfalto:

Brenda Matos disse...

Não as deixe vencer sempre. Seria um tremendo absurdo u_u rs

gostei e linkei. :*

Natália Corrêa disse...

as palavras têm vontade própria. de vez em quando vale a pena deixá-las apenas fluir... =}

Brenda Matos disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Malu, Paulo e Bianca disse...

- À liberdade! tim tim

você escreve bem. gostei daqui :)
passa lá no tudosobrempb depois?
beijos, bianca :*

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